Um possível vídeo pode ser gravado ao lado do atual senador pelo Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro (PL)

O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), deve se reunir com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), nesta quarta-feira (25) em Brasília. Um dos motivos seria a anunciação dos nomes de Carol De Toni e Carlos Bolsonaro, ambos do PL, para chapa pura pelo senado no Estado
Um vídeo, segundo o colunista Igor Gadelha, do Metrópoles, deve ser gravado. No entanto a assessoria do governador negou a gravação. Já a agenda, foi confirmada pela assessoria da então deputada federal, Carol De Toni.
Após longa trama sobre a definição dos nomes escolhidos pelo PL na disputa pelo Senado Federal, o possível anúncio pode determinar a decisão e estratégia da sigla no estado.
A candidatura de Caroline de Toni como senadora foi ameaçada após Valdemar Costa Neto, presidente nacional do partido, fechar um acordo com a federação PP-União Brasil. Valdemar chegou a oferecer a vaga de vice na chapa de Jorginho, mas a deputada não aceitou.
Carol chegou a abrir conversas com outros partidos. Para ficar no PL, exigiu compromissos públicos, confirmando a candidatura dela ao Senado. No início de fevereiro, o governador Jorginho Mello explicou que a deputada possui todos os requisitos para ser senadora.
Como decisão impacta na disputa
Na disputa pela reeleição, o senador Esperidião Amin ficou de fora da coligação com Jorginho Mello. Sem espaço na chapa, a Federação União Progressista (UP), deve compor com João Rodrigues (PSD). Com isso, o grupo alinhado com a reeleição de Jorginho Mello pode ser reduzido.
O pré-candidato ao Governo de Santa Catarina, João Rodrigues (PSD), classificou Esperidião Amin (PP) como a melhor opção para o Estado e afirmou que a aliança entre os dois está por detalhes de ser anunciada.
Atribuo ao senador Esperidião Amin o título de mais preparado. Hoje, é o melhor senador de Santa Catarina, um dos melhores do Brasil. O Estado não pode perder a oportunidade de ter alguém com o padrão dele”, afirmou.
Já Amin, em entrevista à Veja, afirmou que ninguém pode barrar sua candidatura a reeleição. “Ninguém pode me impedir de ser candidato. Eu quero o mesmo direito que qualquer cidadão tem de concorrer”







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